terça-feira, 4 de novembro de 2014

ONE OK ROCK WORLD TOUR – BRASIL – SÃO PAULO/ 02.11.2014


[FAN REPORT]




Some days just pass by and
Some days are unforgettable
We can't choose the reason why
But we can choose what to do from the day after
So with that hope, with that determination
Let's make tomorrow a brighter and better day”
 
Be the Light – ONE OK ROCK



Pensei em começar assim, com o meu trecho favorita, da minha música favorita. Porque realmente, pensar nesse show, me arranca lágrimas.



Chegamos na fila (eu, Matheus e a Cris) às 13h do dia do show e já estava dobrando o quarteirão. Tinha gente lá desde a manhã do dia anterior. Pegamos nosso panfletinhos (de uma loja de cosméticos) e sentamos no chão. Fazia 30 graus. Aos poucos, o resto do pessoal do nosso grupo foi chegando (Viba, Mimi, Hachi, Mari, Sara, Paola, Tiemi, Jacque e Leo). O bom de estar com tanta gente é que dá pra se revezar na fila, pra ir comer, ir ao banheiro, beber água... Falando em água, cheguei a pagar R$5,00 numa garrafinha de 350 ml! 350 ml!



Enfim, voltando à fila: por sorte, não pegava sol. Tinha bastante sombra, e um ventinho fresco (que depois começou a ficar bem gelado), além de paredes pra se encostar.
Às 18h os portões foram abertos. Nesse altura do campeonato, já fazia 23 graus e o vento estava bem gelado. Então, à passo de tartaruga, o pessoal foi entrando. Conseguimos entrar às 18h50 e já corremos colocar nossas bolsas na chapelaria pra podermos curtir o show sem se preocupar.



Tinha uma galera sentada no chão dentro da casa de show. Falando nisso, a casa de show era realmente pequena, mas o palco foi tão estrategicamente colocado, que até do banheiro se tinha uma boa visão. O pessoal foi entrando, a casa foi enchendo. Nas paredes em volta do palco, passava algumas animações enquanto músicas de anime (acho), eram tocadas.



A casa lotou. No lugar em que estávamos, do lado direito do palco, estava começando a ficar apertado, mas era ali que íamos ficar. Cada vez que um staff subia no palco pra preparar algum instrumento, era aquela gritaria da galera.

Falando em staff: quando fui usar o banheiro do McDonald’s no meio da tarde, tinha um lá, com a camisa do Knock Fest e falando em japonês. Como eu não falo japonês e a Cris não quis parar, deixei o cara ir embora e perdi minha chance.

Voltando ao show: 20h, pontualmente, começaram a entrar no palco.
Primeiro o Tomoya (que ficou fazendo solo na bateria), depois Toru e então Ryota. Juntos, tocaram por um bom tempo, até que o Taka entrou. Quando essa criatura colocou os pés no palco, fui obrigada a acreditar que era verdade, que eu realmente estava num show do One Ok Rock, no Brasil. E então, começou a rolar lágrima, claro.



A primeira música foi Deeper Deeper, e aquela coisa maravilhosa do Taka, parecia possuído. Pulando, animado, como sempre nos shows. A presença de palco dele é incrível. Desculpa, não consegui nem olhar pros outros depois que o Taka entrou.

Ele berrou, pulou, gritou, animou a galera (que já estava muuuuuuito animada) e então começou Nothing Helps. Sinceramente, nem consigo lembrar do momento que ela tocou porque estava tão perdida entre minhas lágrimas, pulos e berros, olhares para o Taka... e só sei que tocou, porque o Matheus filmou e vi isso quando chegamos em casa.

Voltando: E então tocou Re:Make. OMFG! Re:Make! A primeira música deles que ouvi! Consegui controlar minhas lágrimas nessa hora MAS começou Clock Strikes em seguida e desabei de novo. Sem muitos detalhes, porque meu cérebro simplesmente transformou boa parte do show num borrão que não consigo desvendar.



Após Clock Strikes, o Taka saiu do palco e ficou uns bons 10 minutos no camarim, enquanto Tomoya, Ryota e Toru tocavam, animando a galera. A criatura (Taka) voltou pro palco com os cabelos sedosos e sequinhos! Sim, ele estava secando o cabelo! Ninguém merece!

E então começou Mighty Long Fall <3 Simplesmente não lembro dessa parte. Sei que tocou porque estou acompanhando por uma setlist que achei aqui. Sei que tocou, mas não lembro de nada além do menino que estava do meu lado.

O cara pulou em todas as músicas, mas só sabia cantar uma ou duas, e levantava os braços, e fedida taaaaaaaaaaaaaanto. E ele me empurrava, me amassava. Então comecei a empurrar ele, HUE. Comecei a definir meu espaço.

E de volta ao show: Taka conversou um pouco depois de Mighty Long Fall. Falou em inglês e disse que quando voltar ao Brasil pretende falar em português. Ele prometeu voltar ano que vem. E repetiu umas dez vezes, que aquilo era uma promessa, que eles voltariam. Então anunciou a próxima música e deixou a galera cantar.

Be the Light. Apenas as vozes da galera cantando junto o primeiro verso, num coro perfeito. Foi incrível. Então ele disse “Awesome” e continuou cantando de onde paramos. Fui uma das músicas que mais mexeu comigo. Pela vibe da galera, da banda e pela música em si. Be the Light mexe comigo desde que ouvi pela primeira vez e soube o significado dela. Apenas. Nem preciso dizer o quanto eu chorei.

Em seguida tocou Decision. Outra parte que foi apagada do meu cérebro.
Stuck in the Middle, que eu admito, não conhecia. Sinceramente, nunca tinha ouvido, então NO SCARED foi meu momento de me recuperar e me preparar pra próxima. Pedi pro Matheus pegar o celular de volta e filmar a próxima que eu tinha um pressentimento que ia ser...



The Beginning. Chorei do começo ao fim. The Beginning foi minha primeira grande ligação com a banda. Traduzi ela e legendei. E chorei quando tocou no final de Rurouni Kenshin. Então no show, nem tinha como me segurar. Impossível.

Ao fim dessa, todas as luzes foram apagadas, e os quatro deixaram o palco. A galera começou a gritar “encore, encore, encore!” e em seguida eles voltaram. Taka conversou um pouquinho, pediu se podia filmar a galera, tirou fotos, filmou e então jogaram um celular no palco. Um iPhone. Na verdade, durante o show, muitas coisas foram jogadas lá. Inclusive, o Ryota até amarrou uma das bandeiras assinadas em volta do corpo.



Voltando ao celular: Taka começou a ler o que estava escrito, algo como “Marry”. Enfim, em seguida ele chamou um cara pra subir no palco (depois de ficar vários minutos perguntando de quem era aquele celular), conversou com o sortudo, e então o cara cochichou algo no ouvido do Taka (sortudo desgraçado!). Em seguida, o Taka mandou ele sentar e pediu se ele queria chamar alguém pro palco. O cara apontou pra uma garota, que era mestiça. Ajudaram ela a subir e o Taka tentou falar em japonês com ela. Ela disse que não falava japonês e o Taka ficou com a maior cara de WTF do mundo.

O cara então se ajoelhou e PEDIU A MENINA EM CASAMENTO NO MEIO DO PALCO. Apenas. Ela foi pedida em casamento no palco do show do One Ok Rock com direito ao Taka fazendo “ownt” e filmando pra postar no instagram dele.



Encontrei esse casal na rua depois do show e disse “vocês são as pessoas mais sortudas da vida!”. O cara riu. Sortudo desgraçado. Sim, tô recalcada mesmo.

E a parte alta disso tudo foi que antes do pedido, o Taka disse que ia chamar mais alguém pro palco, e eis que alguém ergue nos ombros uma menina sem blusa, só de sutiã. E sim, o Taka escolheu ela. Na hora me deu vontade de arrancar minha blusa e tal, já que tava calor mesmo... mas ele já tinha escolhido ela. E eu tava lá morrendo de inveja.

Enfim, o cara pediu a menina em casamento, a menina só de sutiã abraçou todo mundo, ficou autistando lá um tempo, então cantaram uma parte de Wherever you Are (que é outra das minhas músicas preferidas da vida) e então o staff pediu pro povo que tava lá em cima descer.

Teve até uma parte (que não me lembro quando), Taka se meteu no meio da galera lá na frente. E de novo, eu morrendo com meu recalque por não estar lá na frente.

Aí ficou lindo. Só Toru e Taka lá. Violão e vocal, tocando/cantando Wherever you Are. Baixo e bateria entraram durante a música, e fechou o show com chave de ouro.
Sinto que Wherever you Are foi a música perfeita pra terminar o show, mas terminou cedo. Queria mais umas 3h de show. Sei que minhas pernas não aguentariam, mas apenas gostaria que aquilo continuasse.



Os quatro se despediram, esticaram uma bandeira do Brasil de cabeça pra baixo, e então saíram do palco. Nós esperamos mais um tempo caso eles voltassem, mas a equipe começou a desmontar o equipamento logo em seguida.

Saímos do Cine Jóia às 21h30. Ou seja, o show foi bem curto, mas memorável em todos os sentidos. Afinal, meus pés ainda estão doendo.


Foi perfeito. 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

487 dias

23 de outubro de 2014, 01:31;



Você está dormindo enquanto escrevo isso. Estou deitada ao seu lado, sinto seu calor e seu cheiro. Você até ronca de tempos em tempos. Mas é tão bom ter você aqui. Mesmo que dormindo.

Em menos de 24 horas estaremos completando um ano e quatro meses juntos. Inacreditável né? Como o tempo passa rápido! Mas sabe o que é mais impossível? O fato de duas pessoas tão diferentes estarem juntas.

Certo, nós compartilhamos gostos: por livros, por músicas, por viagens... mas a diferença de personalidade é tão gritante, que penso ser quase impossível pessoas como nós estarem juntas.

Faz um tempo que não escrevo pra você. As coisas tem estado difíceis. Temos medos a superar. Temos coisas pra lidar. Mas temos um ao outro.

Eu já prometi que não vou desanimar. Não vou desistir, não vou abandonar. Vou lutar. Vou enfrentar tudo que aparecer no meu caminho. Vou persistir. Por nós.

Porque o que eu tenho no meu coração, é uma coisa que ninguém pode roubar, ninguém pode mudar. Não importa quanto eu precise esperar. Não importa o quanto eu precise lutar. Vale a pena! Eu tenho certeza.

Porque eu te amo. E você me ama também. E vamos superar tudo e permanecer juntos.


Obrigada por esses quatrocentos e oitenta e sete dias juntos.
Obrigada por essas onze mil, seiscentas e oitenta e oito horas.
Obrigada por estar ao meu lado agora.



Eloise Zanatto.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

I WANNA A PRINCE AS MY FIANCÉ



Eu quero um príncipe. E quero um noivo.

Quero um príncipe que deseje se ajoelhar e colocar um lindo anel em meu dedo. Quero um príncipe que deseje acordar ao meu lado todos os dias. Quero um príncipe que queira ser o pai dos meus filhos. Quero um príncipe que cuide de mim e que permita que eu cuide dele. Quero um príncipe que construa uma vida junto comigo. Quero um príncipe que se orgulhe de me ter ao seu lado. Quero um príncipe que seja meu. Quero um príncipe que me queira.

E acima de tudo, não quero um príncipe.

Apenas um noivo que me ame.
Apenas alguém que me dê carinho.
Apenas alguém que me dê valor.
Apenas alguém que me ajude a superar minhas variações de humor e problemas familiares.

Apenas amor.

Acho que mereço isso. 




Eloise Zanatto

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

CHANGING STATUS (Mudando o status)



O relacionamento vinha mal há meses, se arrastando de forma torturante para ambos. Ele insatisfeito com a personalidade e as escolhas dela, e ela se doando inteiramente à ele, amando mais a ele que a si mesma.
As brigas já era coisas corriqueiras, duas, três vezes por semana ela tirava a aliança de compromisso e arremessava pelo quarto dizendo que não conseguiria mais lidar com isso. Ele, por sua vez, se fazia indiferente, odiava discutir.

Por uma coisa pequena, ela explodiu. Vinha guardando há dias aquela insatisfação por um acontecido com a família dele, e o mínimo motivo foi razão pra explodir.

“Quero terminar”, ela decidiu, desligou o telefone na cara dele, e muito irritada, alterou o status do facebook.

Decidiu que não falaria mais com ele. Nunca mais.

Bem, o nunca mais dela durou menos de 24 horas. Seu mundo tinha acabado. Sentia falta dele como sentiria de água se estivesse há uma semana no deserto. Era fraca. Idiota. Fraca demais. Mandou mensagem pedindo pra voltar.

Muito fraca.

E voltaram a discutir por mensagem. Ele saiu do trabalho e foi até a casa dela. A discussão continuou. Horas e mais horas. Ambos choraram. Decidiram que não tinha mais jeito. Iriam terminar de vez. E pra sempre.
Choraram. Juntos. Ampararam um ao outro.

Ele disse que não a amava mais, mas que ainda gostava dela. Ela disse que o amava o suficiente para deixa-lo ir, para que ele fosse feliz. Ao menos ele.

Choraram ainda mais.

Ela pôs-se a pensar na falta que sentiria dos seus lábios nos dele, dos braços quentes dele se enroscando em seu corpo. Como sentiria falta daquilo. Como sentiria falta dele.

Então entrou em desespero. Não conseguiria viver sem ele. Afinal, ela o havia colocado acima de si mesma. Sim, um erro dela, mas não conseguiria voltar atrás naquele momento.

“Vamos dar o melhor de nós. O melhor de nós dois”, ela disse, segurando a mão dele enquanto as lágrimas corriam livremente por ambos os rostos.

Ela sentia que ele não queria deixá-la, que de alguma maneira, ele ainda queria estar com ela. Não era amor, mas tinha alguma coisa ali. Talvez o amor apenas se escondera em meio àquela confusão de outros sentimentos e esperava o melhor momento pra se mostrar. E ela lutaria por isso. Com todas suas forças.


Choraram, se abraçaram e se entenderam. Lutariam juntos. Por eles. Pelo amor que um dia ambos sentiram. Pelo amor que voltariam a sentir. Juntos.


Eloise Zanatto.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

About Relationships (Sobre Relacionamentos)



Relacionamentos envolvem pessoas, e como tudo que envolve pessoas, são complicados. Uns mais que outros.

Geralmente, no começo, tudo são flores. Existe uma hesitação e cuidado de ambos os lados, que com o tempo se desgasta. Tanto o cuidado, quanto o respeito, aos poucos se desgastam. Aquela hesitação em fazer algo estranho perto do parceiro passa, e torna-se uma coisa normal.

E aí começam as discussões. Porque se há amor, há discussão, conversa, diálogo. Quando você percebe que o parceiro não te respeita mais, é normal que tente recuperar isso, que tente mostrar como aquela coisinha que ele fez te magoou, te feriu.

Talvez o grande problema dos relacionamentos seja o comodismo, a rotina. Porque no começo, tudo é novidade, e aos poucos vai se tornando algo menos extraordinário, mais normal. E a normalidade traz o comodismo. O comodismo faz com que o cuidado vá se esvaindo.

Bem, é uma teoria.



Acho que cada um deve fazer sua parte para manter o relacionamento sadio, cuidando e evitando fazer coisas estranhas perto do outro. Afinal, não é legal sentir aquele cheiro podre de um pum ou ouvir um sonoro arroto daquela pessoa que você ama, não?




Beijos, Eloise Zanatto.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Am I a writer?



Costumava dizer que era escritora. Escritora de blog, de fanfics, de facebook. Sonhei em publicar livros, em escrever tantas fanfics que mal consigo me lembrar de todas aquelas ideias. E então, tudo sumiu. As ideias de fics, de livros...até de posts no facebook. E por isso sumi do blog. Porque não acho mais que sirva para escrever. Entretanto, continuo tentando... não vou desistir. 

Alguns dias atrás, uma conhecida minha postou no facebook dizendo que escritor de verdade não tem grandes períodos de bloqueio criativo, não ficam sem escrever. Bem, estou tenho um looooongo período de bloqueio com o qual não consigo lidar. Há pelo menos um ano não escrevo nada. Nada importante. Nem uma página. 

Certo. Escrevo as redações da faculdade, os trabalhos, alguns posts sem sentido no facebook, imensas declarações de amor, relatos. Mas nada que me encha os olhos e me deixe orgulhosa. Sinto falta daquele orgulho que sentia quando alguém lia minhas fics e comentava. Sinto falta do orgulho que sentia quando alguém me chamava no facebook pra dizer que tinha lido minha fic e que eu escrevia muito bem, que deveria lançar um livro! Sinto falta disso. Mas não consigo me livrar desse maldito bloqueio!

Esse post mesmo: passei várias semanas mastigando ele, e engolindo, mastigando de novo. E ainda assim, acho que não está como eu queria. Triste.

Aí vem a análise psicológica: porque estou bloqueada há tanto tempo?
Bom, na minha vida (que é pior que novela mexicana) não faltam motivos. E acho que o maior deles, é a espera. Odeio esperar. E atualmente, minha vida se resume em esperar até setembro. Setembro. Setembro. Tão perto, mas tão longe. 

Outra coisa que posso adicionar à lista das quais não consigo mais fazer, é conversar com pessoas estranhas. Lembro do dia que conheci meu namorado. Ah sim, hoje completam três anos que o conheci. Enfim, voltando ao assunto.Conheci ele num Encontro de Fãs de Harry Potter. Eu não conhecia quase ninguém lá, e saí fazendo amigos, conversando com estranhos. Na fila do cinema, no ponto de ônibus. Sempre fui assim. Comunicativa. Fazendo "amigos" em cada esquina.
E daí, tudo acabou. Agora quando tenho que falar com estranhos me sinto sufocada. Não sei mais como agir na frente das pessoas (até das que eu já conheço) e acabo afastando todo mundo de mim. 
Não sei mais como agir. Talvez esteja surtando.

Talvez seja a espera. A espera. A espera.

Enfim, vou continuar aqui esperando. Afinal, setembro nem está tão longe xD

Beijos, 
Eloise Zanatto.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

ESPECIAL 1 ano de namoro

Yoooooooo ~



Quanto tempo sem postar né?? xD 

Pois então, eu estava sem notebook (de novo), mas dessa vez porque ele quebrou e passei três meses me enrolando pra mandar arrumar. Agora o bonitão tá funcionando lindamente e posso voltar a assistir meus seriados e escrever minhas coisinhas.
Sem mais explicações, tenho algo especial para postar hoje xD



Dia 24 de junho (três dias atrás), meu namoro completou um ano xD Pois é, nunca achei que fosse namorar por tanto tempo, mas é isso aí... Enfim, eu escrevi um moonte de coisas no decorrer desse ano, pensando em postar no nosso aniversário, MAS meu notebook quebrou e tudo que eu tinha escrito permaneceu dentro dele, intocável. Agora que arrumei ele, posso postar xD

A primeira parte, é baseada no filme "Dez Coisas que Odeio em Você", que é, sem dúvidas, meu favorito xD




10 Things I Hate About You, Matheus <3


Odeio seu jeito de falar e sua barba por fazer,
Odeio como dirige seu carro,
E odeio quando fica me olhando,
Odeio suas meias cinzentas e como entende o que nem mesmo eu entendo,
Te odeio tanto que isso me faz chorar;
Odeio o jeito que fica desastrado sob pressão,
Odeio quando mente,
Odeio quando me faz chorar e mais ainda quando me faz rir,
Odeio quando dorme sem me dar boa noite ou quando fica jogando,
Mas mais que tudo, odeio o modo como não te odeio nem um pouco, nem por um segundo, nem nada.


A música é parte da trilha sonora do filme, mas combina xD





A segunda parte, é uma "histórinha" que escrevi sobre nós (tente não vomitar lendo xD)

É tudo culpa do Harry Potter (ou da Lhaisa xD)


Era uma vez uma garota fã de Harry Potter que foi num encontro de fãs. Entre os fãs, ela encontrou seu amor.

Ok, agora vamos devagar, a história é longa e se arrasta por anos.

Voltando ao encontro de fãs: a garota se deparou com um garoto de cabelos negros, com um belo par de óculos, trajando sua capa e segurando firmemente uma varinha. Como loucos, tornaram-se amigos.
Foram seis meses de uma amizade não muito próxima, enquanto ele terminava a faculdade e ela, o primeiro ano do Ensino Médio. Ela nunca soube exatamente como aconteceu, quando começou, mas quando o ano estava no fim, ele criou coragem e pediu que um amigo (de ambos) conversasse com a garota. Ele estava afim dela. Ela, não tinha nada perder, então deu uma chance para o garoto.
Foram 15 minutinhos sentados num banco durante um evento do qual participavam. Nos dois dias que se seguiram, não se viram, mas no terceiro dia, o encontro foi breve, porém intenso. Os abraços carinhosos e acolhedores do garoto a conquistaram. Assim, antes de que uma semana se passasse, estavam namorando. Sem pedido, sem aliança. Apenas namorando. Aconteceu.
As festas de fim de ano, a formatura dele, fizeram tudo juntos. Eram um casal feliz. Então surgiram as incertezas. As incertezas dela. As dúvidas. As insatisfações. Dela. Era ela quem estava insatisfeita. Por meses o relacionamento foi carregado de brigas chatas por motivos inexistentes ou silêncio pesado. Ainda assim, insistiram. Até que ao fim do quinto mês, ela não suportou. Estava infeliz, e suspeitava que ele também estivesse. Não queria que uma pessoa tão especial sofresse, mas concluiu que quanto mais adiasse a decisão, mais o garoto sofreria quando decidisse.
Então terminaram. Daquele jeito, prometendo continuarem a amizade. Um engano, claro. A amizade nunca mais seria a mesma.
Ela tinha planos, coisas a resolver e nunca soube ao certo o que o garoto fez no ano que se passou. Ele nunca gostou muito de falar sobre si.
Sim, um ano inteiro se passou (um pouquinho mais, na verdade). A garota já estava no terceiro ano do Ensino Médio, se recuperando de um coração partido, que nada tinha a ver com o garoto em questão. O garoto havia conquistado um bom emprego e amadurecido (um pouco xD).
Eventualmente, o garoto a procurava, dando indiretas. Garotos não gostam de ficar sozinhos. Então, um dia, a garota teve o impulso de aceitar as indiretas dele, parar de fingir que não estava entendendo. Dar uma chance. Uma chance a ele e a si mesma.
Saíram para comer, e então ela percebeu: se lembrava com perfeição do cheiro dele, dos costumes dele, do jeito de falar. O coração bateu mais forte.
Dois dias depois, passaram a tarde juntos, assistindo alguns filmes. Então a garota criou coragem e encheu a boca para dizer as palavras que ele nunca havia dito: “Quer namorar comigo?”
Certo, isso ia contra as regras e os costumes. Garotas geralmente dizem o sim, enquanto os garotos recitam aquelas palavras. A garota em questão estava dando uma segunda chance aos dois e ao que sentiam, e decidiu que não ia mais esperar por ele. Ela nunca gostou de esperar, afinal. O que ele não fizesse, ela faria, ela diria, pediria. Faria tudo para dar certo.
O garoto não gostou do pedido, mas aceitou. Ele compensaria isso depois.
Então começou uma nova fase. Uma fase cheia de diálogo e compreensão. A garota prometeu não esconder nada dele, e ele prometeu tentar se abrir.
Dois meses depois do recomeço, ele a levou comer (descobriram que comer era uma coisa que ambos gostavam muito de fazer) comida japonesa (a preferida dela!) e foi lá que ele tirou uma pequena caixa do bolso e recitou as palavras que ela havia dito antes. Era o começo de algo diferente. As alianças dentro da caixinha eram as mais lindas que ela já havia visto e o sorriso satisfeito dele a fez derreter.
Era ele. Sempre fora. Ela que estava no lugar errado antes.

Agora, doze meses se passaram, chegamos à um ano juntos. Passamos por fases boas e ruins. Vimos as lágrimas e sorrisos um do outro. Nos consolamos em momentos ruins (geralmente os meus momentos ruins) e sorrimos juntos em momentos bons. Fizemos valer os votos de um casamento (“na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza...”) e crescemos juntos.
Aprendemos a entender um ao outro, a ouvir o que o outro tem a dizer. Aprendemos a suportar as frescuras e manias um do outro. Aprendemos muitas coisas juntos, mas eu aprendi também a amar sua família como se fosse minha, aprendi que tenho que parar de falar às vezes para ouvir o que você tem a dizer, aprendi a agradecer pelas inúmeras coisas que você fez e ainda faz por mim, aprendi a dar tudo de mim no nosso relacionamento.
Obrigada por tudo. Obrigada por me amar. Obrigada por cuidar de mim.
Eu te amo, Matheus Cesary Ludke <3





E pra finalizar, umas musiquinhas, porque gostamos de músicas com letras lindas, e essas são perfeitas pra nós!

Love is On The Radio

I was alone and my stomach
Was twisted
But I can get up now
The dark clouds have lifted
Before you existed
I couldn't see right
My windows were misted
It starts with "L" and it's got four letters
There's magic everywhere you go
Strangers stop to say "hello", "hello", "hello", "hello"
So turn it up, turn it up, hey
As loud as you can make it go
Cause love is on the radio
My heart's beating faster
We could be happy
Forever and after
Like Mrs. and Mr.
We'll have a son
And we'll give him a sister
A four letter word and it lasts forever
There's magic everywhere you go
Strangers stop and say "hello", "hello", "hello", "hello"
So turn it up, turn it up, hey
As loud as you can make it go
'Cause love is on the radio
You came along, filled my days with color
And it's been an everlasting summer
Since we found each other
There's magic everywhere you go
Strangers stop to say "hello", "hello", "hello", "hello"
So turn it up, turn it up, hey
As loud as you can make it go
Play until your speakers blow
Listen till your ears explode
'Cause love is on the radio
Back in the old life
Said one word made me feel much better
Things are looking up, looking up, hey
Now that I've found you
We could be married
Just one thing holding us together
Things are looking up, looking up, hey
Love is on the radio 
Funny one thing led to another
Things are looking up, looking up, hey




You Got Me

You're stuck on me and my laughing eyes

I can't pretend though I try to hide, I like you

I like you
I think I felt my heart skip a beat
I'm standing here and I can hardly breathe - you got me
You got me
The way you take my hand is just so sweet
And that crooked smile of yours it knocks me off my feet
Oh, I just can't get enough
How much do I need to fill me up
It feels so good it must be love
It's everything that I've been dreaming of
I give up. L give in. I let go. lets begin.
Cuz no matter what I do,
Oh (oh) my heart is filled with you.
I can't imagine what it'd be like
Livin each day in this life, without you
Without you.
One look from you I know you understand
This mess we're in you know is just so out of hand.
Oh, I just cant get enough
How much do I need to fill me up
It feels so good it must be love
Its everything that I've been dreaming of
I give up. I give in
I let go, lets begin
Cuz no matter what I do
Oh (oh) my heart is filled with you
I know we'll always feel this way (I know we will)
And in my heart I know you'll always stay
Oh, I just cant get enough
How much do I need to fill me up
It feels so good it must be love
I give up. L give in
I let go, lets begin
Cuz no matter what I do
Oh, I just cant get enough
How much do I need to fill me up
It feels so good it must be love
(Its everything that I've been dreaming of)
I give up,I give in
I let go, lets begin
Cuz no matter what I do
Oh (oh) my heart is filled with you
Oh (oh)
You got me. You got me


That's all, folks! ~~

Eloise Zanatto <3

sexta-feira, 21 de março de 2014

Amores que vem e vão ~

Depois de um pequeno período de hiatus (que eu tenho certeza que vai acontecer de novo, sorry) venho aqui contar algumas coisinhas xD



Desde o finalzinho de 2013 venho aplicando algumas mudanças na minha vida, como assistir mais seriados americanos, ouvir mais músicas americanas/britânicas, assistir mais filmes americanos; ou seja, sair da minha bolha chamada Japão. Porque? Bem, porque se eu continuasse me fechando iria perder o namorado. Brincadeira. Perder não iria, mas com certeza ia ter menos assunto, e além disso, posso melhorar meu inglês, então é uma boa.

Dentre os seriados que comecei a assistir estão The Big Bang Theory (atualmente começando a quarta temporada, já que o Matheus me alcançou xD), Chuck (que eu já assistia antigamente, dublado, no SBT e que está me fazendo sofrer pra achar legendado e por torrent, mas vou começar a segunda temporada nessa semana ainda), Revenge (que comecei assistindo dublado na Globo, e agora acompanho a terceira temporada) e Gossip Girl (que eu assistia há uns quatro anos atras, na mesma época que estava lendo os livros; estou começando a segunda temporada). Sim, totalmente diferentes uns dos outros xD
Ah, isso além da maratona de carnaval que fiz da décima temporada de Grey's Anatomy (o qual sei quase tudo sobre, mas nunca assisti inteiro) onde passei dois dias inteiros assistindo e ignorando vigorosamente meu namorado. Certo, ele não gostou disso, mas já superamos xD































Outra coisa que fui mudando lentamente mas que agora vejo que foi uma coisa bem grande, foram minhas preferências musicais. Desde que voltei a morar em Foz, comecei a ouvir Arashi e somente Arashi. Mas isso não estava dando certo. Então desenterrei um amor: o McFly.



Conheci o McFly em 2008 (acho), quando saiu o filme  Sorte no Amor (com a Lindsay Lohan e o Chris Pine, meus amores) o qual eles fazem parte. Durante um bom tempo achei que era uma banda fictícia, mas é claro que eu descobri que não eram nada fictícios. Os quatro eram (e ainda são, claro) uma banda de verdade, com guitarras, baixo, baterias e vocais. E claro, muita idiotice. De tempos em tempos ouvia McFly, mas nunca falei "nossa, como eu amo os caras!". Ok, isso mudou. E mudou quando eu resolvi ler a biografia deles. Ou melhor, uma auto-biografia do McFly.



Foi na brincadeira que peguei o livro "McFly - Nossa História... Unsaid Things" na livraria e li 30 páginas em poucos minutos (na livraria mesmo) e me apaixonei totalmente pela narrativa, pela história em si, pelo tom engraçado que eles conseguiram colocar lá, afinal, são uns palhaços. Então comprei o livro (pela internet, porque era mais barato), em 6 dias o livro estava nas minhas mãos, e do momento que chegou, não larguei mais. Engoli o livro e antes de se completarem 24 horas em que eu estava com o livro, já havia terminado. Acreditem, o livro não é curto. São mais de 300 páginas. E eu engoli!
Enfim, foi aí que me apaixonei de vez! Então comecei a procurar facebook, twitter, instagram, blogs e sites especializados. E agora simplesmente respiro McFly. 



E daí percebi que o que eu sempre quis dos meus idols japoneses, eles têm. Eles interagem com os fãs, eles falam de suas vidas pessoais, eles tem conta em redes sociais, eles amam os fãs brasileiros, eles já vieram ao Brasil. Sim, são muitas coisas.
E foi ontem, assistindo ao show de 10 anos do McFly no Royal Albert Hall em Londres que percebi o que eu realmente sentia falta: quando assisto à um show do Arashi e eles começam a falar, eu simplesmente "desligo", apenas presto atenção nas imagens e esqueço que eles estão falando, porque eu não entendo absolutamente nada do que eles falam. Com o McFly é diferente, eu consigo entender quase tudo o que falam (o quase vem do fato deles terem o sotaque britânico maldito), consigo entender as letras das músicas sem procurar por tradução. É isso. 


Mas não, não é por isso que vou largar o Arashi. Arashi é meu amor (ou melhor, um deles), aqueles cinco bakas são meus super idols e o Jun sempre será meu marido-Jun, o qual está acima de qualquer um. Certo, me sinto um pouco culpada por não me dedicar tanto mais ao Arashi, mas McFly requer um pouco mais de tempo. Vou acabar conciliando.

Arashi completa 15 anos de carreira esse ano, McFly completa 11. As grandes comemorações do McFly aconteceram ano passado, as do Arashi serão esse ano. E eu estou preparada. E sim, gosto de bandas "velhas", me julgue xD

Venho falando do Arashi aqui há mais tempo do que me lembro, então vou voltar ao McFly, porque é justo.



O Tom Fletcher (líder, um dos vocais, um dos guitarristas e um dos compositores do McFly) se tornou papai há exatos sete dias. O nome da criança: Buzz Michelangelo Fletcher. Sim, um patrulheiro estrelar e tartaruga ninja. E sim, o Tom é nerd. O nome McFly é em homenagem à Marty McFly de De Volta para o Futuro. Sim, sugestão do Tom (que o Danny só aceitou após ver D. Jones escrito no caminhão de estrume que aparece no filme).
Voltando ao Tom, ele é o marido mais fofo do mundo. Seu discurso de casamento já me fez chorar mais de uma vez, e a versão de Love is on the Radio que ele gravou com a mulher dele (Giovanna) é a música que vem embalando meus dias. Além disso, hoje ele postou em sua conta do youtube, uma apresentação de seu filho. 
Eu concluí que o Tom só tem um defeito (além do queixo enorme xD): ele é único e casado. Não existe igual.







Estou baixando a discografia, os DVDs, assistindo à vídeos no youtube. Sim, exatamente como foi com o Arashi anos atras. A diferença é que demorei alguns anos pra perceber o quanto McFly merecia minha atenção. 

É isso. Em breve volto falando da faculdade, do McFly (dos outros membros, já que só falei do Tom) e do Arashi (que tem novidade, como sempre xD). 

Agradeço pelos comentários.

Beijos, 
Eloise Zanatto.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A Culpa é das Estrelas

Não é apenas um romance. Nem uma história sobre pessoas com câncer.




Ano passado, numa das intermináveis aulas de química e física, eu estava fazendo absolutamente nada. Não conseguia prestar atenção na aula e tinha esquecido de colocar um livro na mochila. Sabe, livros são itens essenciais numa segunda-feira cheia de aulas chatas de exatas. E eu tinha esquecido.

Uma das minhas amigas, com ainda menos vontade do que eu de prestar atenção em qualquer coisa, segurava o livro em cima da mesa (tentando tomar coragem pra ler), então eu pedi o livro emprestado "um pouco". 

A intenção inicial era ler a sinopse, as orelhas do livro e afins, mas quando percebi já estava na metade do livro. Então a aula acabou e ela não me deixou trazê-lo pra casa. Implorei que ela o levasse novamente no dia seguinte. E lá estava ela, com o livro. Mal cheguei na sala de aula, já estava com o livro na mão. Engoli o resto do livro. Apenas.


Shai e Ansel como Hazel e Gus.
Não sei exatamente qual é meu problema, mas quando é modinha (assim como ACÉDE é atualmente), costumo relutar pra ler. Foi assim com Crepúsculo. Mas depois que me rendi a minha teimosia, a leitura rendeu e não me arrependo em momento nenhum.

A história é linda. Nos ensina a viver um dia de cada vez, como se fossem os últimos. Afinal, eram os últimos pra eles. E eles amaram. Eles viveram intensamente (claro, dentro de suas limitações). Eles foram além de namorados, amigos. 

Ainda não tive oportunidade de ler outros livros do John Green, mas se forem nesse padrão, o cara ganhou meu respeito.

Há algum tempo descobri que a Hazel do livro tinha sido inspirada na Esther Grace (amiga pessoal do escritor) e que o processo de escrita do livro tinha levado quase 10 anos (mais AQUI).

 O assunto do momento é a adaptação cinematográfica do livro. Vejo o pessoal comentando que o Ansel Elgort não é o ideal para o Gus, ou que a Shailene Woodley é muito "saudávelzinha" pra viver a Hazel. O trailer recém lançado do filme, diz o contrário! Acho que ambos são perfeitos para os papéis e que o filme será memorável!

Pôster oficial do filme.

Voltando ao livro, lembro de não ter chorado no fim. Fiquei chocada e emocionada, mas me contive. Mais tarde, no ônibus enquanto voltava para casa, comecei a pensar sobre a história, sobre tudo que eu tinha lido tão ávidamente. Então as lágrimas rolaram. Chorei de soluçar (todos me olhando no ônibus, mas não me importei!). 

O trailer do filme pra vocês!




Isso não foi uma tentativa mau sucedida de resenha. Só queria registrar minha opinião sobre a história, o livro em si, e a adaptação cinematográfica. 




Eloise Zanatto ~